A Lenda do Súcubo
O Súcubo é uma figura mitológica que aparece em diversas culturas, especialmente no folclore medieval europeu. Ele é descrito como um demônio feminino que seduz homens durante o sono para ter relações sexuais com eles. A contraparte masculina desse demônio é conhecida como Incubus. A lenda do Súcubo explora temas de sedução, tentação e medo, sendo muitas vezes associada a explicações para eventos misteriosos ou inusitados, como sonhos eróticos e exaustão inexplicável.
Origem e Mitologia
O conceito do Súcubo tem raízes antigas e aparece em mitologias de várias culturas. Na tradição cristã medieval, as pessoas viam o Súcubo como um demônio enviado por Satanás para corromper as almas humanas. Acreditava-se que ele era capaz de roubar a energia vital dos homens através do ato sexual, causando fraqueza ou até mesmo a morte.
Na mitologia suméria e mesopotâmica, figuras semelhantes ao Súcubo, como Lilith e Lilitu, também aparecem. Elas eram vistas como demônios femininos que assombravam homens durante a noite. O Súcubo também está presente em outras culturas ao redor do mundo, com diferentes nomes e características, mas sempre com o tema central de sedução e perigo.
Descrição do Súcubo
As pessoas geralmente descrevem o Súcubo como uma mulher incrivelmente atraente, com uma beleza sobrenatural que é difícil de resistir. Ele pode aparecer com características demoníacas, como asas de morcego, chifres ou cauda, mas também pode se disfarçar completamente como uma mulher humana normal para enganar suas vítimas. Ela usa sua aparência sedutora para atrair e enganar os homens.

Poderes e Habilidades
O Súcubo possui uma série de poderes sobrenaturais, que a tornam uma presença irresistível e perigosa:
Sedução e Manipulação: O Súcubo usa sua habilidade inata para seduzir e manipular homens. Ela cria ilusões e invade sonhos para convencer suas vítimas de que estão vivendo uma experiência desejada.
Absorção de Energia Vital: Acredita-se que o Súcubo se alimente da energia vital dos homens através do ato sexual, o que pode resultar em exaustão extrema, problemas de saúde e, em casos extremos, morte.
Metamorfose: O Súcubo muda de forma ou aparência para se adaptar às fantasias ou desejos de suas vítimas, tornando-se irresistível e difícil de identificar como uma ameaça.
Superstições e Encontros
O medo do Súcubo está enraizado em diversas superstições e tradições. Em muitas culturas, as pessoas acreditam que a presença de um Súcubo pode ser sentida através de sonhos perturbadores ou sensações de peso no peito durante o sono. Para se proteger, muitos recorrem a práticas religiosas, como orações e uso de amuletos.
Relatos de encontros com o Súcubo frequentemente incluem uma sensação de paralisia do sono, onde a vítima está consciente mas incapaz de se mover. As vítimas também relatam sentir uma presença maligna ou uma figura feminina sedutora que tenta seduzi-las ou drenar sua energia.
Conclusão
A lenda do Súcubo é uma parte fascinante do folclore e da mitologia, refletindo os medos e ansiedades humanas relacionadas à sexualidade e à tentação. Embora o Súcubo seja hoje uma figura do imaginário popular, a ideia de um demônio que se aproveita das fraquezas humanas ainda ressoa em muitas culturas. A lenda serve como um aviso sobre os perigos da tentação e as consequências de se render a desejos proibidos.

Uma resposta
Muita coisa é falada sobre esses seres mas pouca coisa condiz com a realidade. Eles não são demônios e nem espíritos errantes e sim vampiros. Ao contrário do quê muita gente acredita eles não são nem machos e nem fêmeas mas se adaptam para prender suas vítimas em uma armadilha de prazer enquanto se alimentam sugando sua energia através dos genitais. A questão de serem íncubos (aparência de machos) ou súcubos (aparência de fêmeas) se deve a intenção de personificar o desejo sexual das vítimas, portanto, uma mulher lésbica poder ser atacada por uma súcubo e um homem gay pode ser visitado por um íncubo. Na gigantesca maioria dos relatos, eles são dominadores sexualmente, controlando o ato sexual enquanto a vítima fica praticamente paralisada. Normalmente seu ataque é irresistível já que eles hipnotizam o indivíduo e o faz crer que suas fantasias sexuais mais íntimas estão sendo realizadas. O corpo da vítima fica tão fraco pela drenagem de energia vital, que fugir deixa de ser uma opção e os poderes hipnóticos dessas criaturas a impede de pedir socorro mesmo através de orações. Tudo indica que durante uma ‘visita’ esses seres conseguem bloquear pensamentos e alterar percepções da vítima através de poderes hipnóticos provocando uma espécie de transe de submissão. Quanto mais a vítima tenta resistir mais prazer eles provocam para convencê-los a desistir. E não é um prazer que possa ser comparado à uma relação sexual comum. Tudo indica que eles conseguem estimular a produção de serotonina e endorfinas à níveis altíssimos durante esses ataques levando as vítimas à um estado comparável ao efeito do uso de entorpecentes. Os efeitos no corpo da vítima, entretanto, não são causados por exaustão sexual mas pela drenagem de força vital camuflada pelas ilusões hipnóticas já que o indivíduo atacado, apesar das ilusões, quase nunca atinge o orgasmo já que a energia necessária para isso é absorvida pelo ser antes de provocar o êxtase. O ataque só acaba quando o súcubo ou íncubo se sacia o quê pode demorar horas para acontecer e até provocar a eventual morte da vítima seja num único ataque ou depois de vários ataques consecutivos, que costumam acontecer na maioria dos relatos. As consequências desses mais comumente relatadas são: fadiga, perda de peso, falta de desejo sexual, queda de cabelo, depressão, insônia (por medo de novos ataques), suores, tremores, ansiedade e sensação de frio.
Curiosamente, relatos indicam que quando deixa de oferecer resistência, a vítima passa a ter sensações menos prazerosas e mais dolorosas.
Não se conhecem formas de repelir ou evitar esses ataques, entretanto, alguns grupos de pessoas parecem ser mais suscetíveis que outros, sobretudo, mulheres grávidas, homens e mulheres virgens, aqueles que reprimem suas fantasias sexuais, adúlteros, estupradores, pedófilos, pessoas que dormem nuas e indivíduos que estão longe de seus companheiros. Já viúvos, casais que dormem juntos, pessoas que tem menos inibição no sexo e quem dorme com animais (sobretudo gatos) tem relatos de ataques menos frequentes. Há relatos não comprovados de que colocar lavanda, algo e arruda debaixo do colchão espantaria esses seres mas nada foi efetivamente comprovado.